1 de outubro de 2011

Texto interessante.


Os riscos de uma música popular vazia

Autor: 
 
A música brasileira vive, desde os anos 1990, quando a cultura pop (incluindo aqui desde o sertanejo/country até a axé music) definitivamente dominou o mercado de música popular brasileira, uma grande crise, que atinge desde a produção cultural, que não encontrou saídas e caminhos musicalmente relevantes desde então, até a crítica, que - opinião dos músicos, inclusive - trata muito mais de comportamento do que de qualidade musical. E, evidentemente, as gravadoras, as rádios, a TV, a máquina que gira o mercado cultural brasileiro. 
Artisticamente, desde 90, o Brasil, que vinha de uma geração de poetas como Renato Russo e Cazuza, não revelou nenhum grande compositor desde o final da década de 1990. Os mais relevantes de música popular brasileira, desde a geração de Tom até Djavan e o Clube da Esquina, eram Lenine e Guinga, muito diferentes entre si - mas extremamente originais - e que surgiram no começo dos anos 80. Na década seguinte, os mais destacados compositores vieram do Rock, com a Nação Zumbi, Raimundos e o Planet Hemp. São estes três que trazem a sonoridade e as letras mais interessantes da década, que influenciaram outras bandas contemporâneas, mas nenhum dos três se manteve: Chico Science faleceu em acidente de carro, Rodolfo Abrantes se converteu ao evangelismo, e Marcelo D2 embarcou em carreira solo. Pop.Tudo isso pra voltar em Lenine e Guinga. Lenine surgiu ainda no último suspiro dos festivais, pelo interior do Brasil nas décadas de 1980 e 1990, fez um disco com Lula Queiroga, outro elogiado álbum com o percussionista Max Suzano, e foi estourar quando no auge das FM, nos anos 90, ainda com música popular brasileira com bom espaço. E hoje voa solo como o melhor compositor de sua geração.Musicalmente, porém, Lenine vem depois de Guinga, dirão os músicos. Guinga é herdeiro direto da geração de Tom Jobim, Chico Buarque, Edu Lobo, etc. É compositor e arranjador reverenciado por músicos de todo o planeta, mas absolutamente ignorado pela mídia brasileira. A primeira a gravar uma composição de Guinga foi: Elis Regina Carvalho Costa, a Pimentinha, lá nos anos 1970. Desde então, compôs pérolas, grandes canções da música popular brasileira, que ninguém conhece. Para se ter um exemplo, em São Paulo não toca nem na MPB Pop da Nova Brasil, nem no Pop descolado da Eldorado - Brasil 3000, nem na erudita Rádio Cultura. Talvez, por engano, toque na aleatória Rádio USP, e olhe lá. Dizem que ouviram uma vez na escondida mas boa Cultura AM. O paulistano sofre.Mas eu quero chegar em outro ponto: a falta de assunto e de imaginação que reina na música brasileira. Em geral, e não apenas popular. É uma crise. Faça um esforço hercúleo de ouvir, ao longo do dia, a programação das rádios de música brasileira em São Paulo. Esta nova geração da música brasileira, que toca nas FM, é desprovida de qualquer senso de qualidade artística. Letras infantis, retrato de uma sociedade adolescente, com temas que não viram a esquina e que só tratam de amor, separação, balada, ficada, tudo com uma falta de coragem ruborizante, frases incompletas, clichês passados e amassados, etc. Me lembram da época em que, beirando os 10, 12 anos, eu e meus primos compúnhamos letras baseadas nas músicas pré-gravadas em teclados da minha avó. Talvez nossas letras fossem melhores do que as que vemos por aí.Por isso, compositores, num esforço conjunto, proponham novos assuntos para a música brasileira, pelo amor dos nossos filhinhos. Tenham vergonha de usar clichês. Percam (e ganhem) tempo com isso, não se dêem por satisfeitos nunca. E por favor, aprendam a tocar seus instrumentos a fundo. O mundo é muito mais bonito além dos sete acordes da mesmíssima escala. Pensem nisso. O grande desafio desta geração é justamente retomar o caminho da canção, a fundo. Ou continuaremos a fazer uma música moderna na embalagem, e quadrada no conteúdo e só isso.Voltando à pauta, a falta de imaginação reina também quando analisamos o mercado. Hoje temos umas 10 cantoras gravando A História de Lilly Braun, de Chico Buarque e Edu Lobo, entre elas Maria Rita, hoje a mais popular cantora de MPB no país. Uma ótima música, como outras tantas na carreira dos dois compositores. Mas porque todas gravarão a mesma? Leitor, te antecipo que nenhuma superará a gravação original de Gal Costa, nem mesmo a diva Mônica Salmaso, que tampouco deveria ter colocado essa no lindo repertório da Alma Lírica Brasileira. Nem mesmo a própria Gal Costa se igualaria hoje, ela que duelava nos anos 70 com uma tal de Elis Regina, com gravações memoráveis como a da suíte Gabriela, de Tom Jobim, muito antes de Festa do Interior.Outra cantora da "moda", Mariana Aydar, lançará uma versão de Nine Out Of Ten, de Caetano Veloso, música lado B da discografia do compositor. Surpreendente, Mariana foi buscar lá em Velô, nos anos 80, ou em Transa, nos anos 70? Nada disso, o próprio Caetano resgatou Nine Out Of Ten para o dvd ao vivo do disco de rock moderno Cê, lançado há não menos de 5 anos. E Mariana, antenada que é, pescou.E o que resta? O vazio ensurdecedor. A crítica musical se perdeu e abandonou a produção artística brasileira. O mesmo crítico de música pop é o que analisará o disco novo de Chico Buarque, com os mesmos olhos. Será que os críticos de música atuais conhecem música? O que será que eles consideram ao analisar um trabalho? Se as músicas do disco de Chico, como por exemplo a valsa russa Nina, têm potencial pop?Com os olhos da mídia vendados (e porque não amarrados), a esperança pode ser a internet, que há pouco tempo revelou Mallu Magalhães, gostem ou não. Será a internet capaz de tornar quem é realmente bom em relevante? Oremos.

"O leito por detrás do rio, destilar a pele"



'O leito por detrás do rio, destilar a pele' no Sesc Palladium


 O solo 'O leito por detrás do rio, destilar a pele' será apresentado no 
Sesc Palladium (sala multiuso) nos dias 06 e 07 de outubro às 20h.


O solo é resultado da pesquisa interdisciplinar sobre a percepção e
os cinco sentidos, em especial o tato; e desdobra a temática utilizando 
os suportes do vídeo e a instalação.

A investigação partiu da interação da pele com os elementos: leite, mel, 
água, óleo e sangue. A temática vem tratar dos limites do corpo e a 
re-materialização da própria identidade, enquanto substância. 
O trabalho apropria-se do sentido filosófico e alquímico dos 
elementos na busca por transformação.

FICHA TÉCNICA

Concepção e intérprete: Cris Oliveira
Composição música original: Fernando Garnero (AR/FR)
Cantora: Anne Rodier (FR)
Percussão: Heléne Colombotti (FR)
Guitarra: Evan Gardner (USA/Alemanha)
Música eletrônica: Daniel Zea (Colômbia/Suiça)
Música 2: ‘Prélude’ Suíte Bergamasque - Debussy
Captação de imagens: Mathieu Bouvier (FR)
Edição de vídeo: Cris Oliveira
Foto: Laurent Paillier (FR)
Light designer: Jésica Elizondo (MEX)
Duração: 20 minutos.

29 de setembro de 2011

Espetáculo 6 Instantes de Solidão

6 Instantes de Solidão
O Espaço CentoeQuatro apresenta o espetáculo 6 Instantes de Solidão, acompanhado de lançamento do documentário sobre seu processo criativo, de 06 a 08 de outubro, às 21 horas. Entrada franca.
Resultado do encontro entre o coreógrafo Rodrigo Pederneiras (Grupo Corpo), a bailarina Jacqueline Gimenes e o violoncelista Antonio Viola, foi concebido a partir da Suíte n. 2 para Violoncelo de Johann Sebastian Bach e traz uma coreografia virtuosa, de traços imperfeitos, retratando a angústia e a intensidade da composição do músico alemão, do século 18. Em cena, a bailarina divide espaço com o violoncelista, que executa ao vivo as canções de Bach.
O curta-documentário homônimo, dirigido por Byron O´Neill e Guilherme Reis, apresenta, em 12 minutos, depoimentos dos criadores e revela a intimidade do coreógrafo e sua equipe. O filme será exibido sempre antes de cada apresentação. Todas as sessões serão gratuitas.
06, 07 e 08 de outubro de 2011
quinta a sábado às 21h
Local: Espaço CentoeQuatro, Sala multiuso – Pça Ruy Barbosa, 104. Centro. (Pça da Estação)
Entrada free (os ingressos serão distribuídos uma hora antes do espetáculo)
Classificação etária: 18 anos
Inf: (31) 3222 6457/ (31) 9911 5383
Site: www.centoequatro.org

Série Vivace - Filarmônica

23 de setembro de 2011

Arte no Baile - Dudu Barreto - Violão

Festival Liszt

Festival 200 anos de  Liszt









CORAL LÍRICO DE MINAS GERAIS
ANTÔNIO OLÍMPIO NOGUEIRA - órgão
MÁRCIO MIRANDA PONTES – regência

Programa

Via Crucis - S. 53
Missa Choralis - S. 10

Dia 25/09/2011, domingo, 18 horas
Capela do Colégio Santa Marcelina
Alameda das Falcatas, 505
São Luis – Pampulha


19 de setembro de 2011

Série Allegro com a magnífica Sinfonia n° 9, "Do Novo Mundo" de Dvorák

Mostra de Estudos Coreográficos



Mais informações em: http://dancacefar.blogspot.com/ 

BH Gypsy Jazz - Gratuito


CURTA! Som com o quarteto BH Gypsy Jazz

No dia 27 de setembro o Teatro Júlio Mackenzie recebe o quarteto BH Gypsy Jazz. A apresentação acontece dentro do projeto Terças Curtas!, que tem como finalidade oferecer para à comunidade programação de curta duração. A inciativa acontece quinzenalmente, sempre às 18h30 e é gratuita.
Sinopse:
Jazz de Câmara: esta é a proposta musical do BH Gypsy Jazz. Formado pelos músicos Geovane Paiva (violão solo), Nívea Raf (voz e violão), Thiago Braz (violão) e Paulo Moreira (contrabaixo), este jovem quarteto, criado em 2007, tem seu trabalho inspirado no Le Quintette du Hot Club de France das décadas de 1930 e 1940. Seu repertório cultiva o estilo Swing cujas raízes remontam ao jazz americano, à música cigana e á música de vaudeville francês.
Com um trabalho de bastante originalidade, o BH Gypsy Jazz tem frequentado assiduamente a agenda cultural mineira, participando de importantes festivais como o Festival Internacional - Tudo é Jazz, de Ouro Preto,Festival Internacional de Jazz da Savassi, o Festival de Vinhos da Serra do Cipó, além de já ter se apresentado nos palcos do Grande Teatro do Palácio das Artes, do Teatro Isabela Hendrix, Casa de Ópera de Sabará entre outros.
CURTA! Som com o quarteto BH Gypsy Jazz
Apresentação: 27 de setembro
Horário: 18h30
Duração do espetáculo: 50 minutos
Classificação: Livre.
Entrada: Gratuita

16 de setembro de 2011

Recital dos Alunos de Música do Cefar


Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes recebe no dia 22 de setembro, às 19h, o recital de alunos do Departamento de Música do CEFAR. Com a estreia do coral masculino do CEFAR,  o recital é uma oportunidade  gratuita para conhecer os novos talentos artísticos mineiros que apresentam um variado repertório musical para todo o público presente.

>> Clique aqui e confira a ficha técnica 

PROGRAMA
Coordenação: 
Profª. Jacyara de Araújo

1. DORIVAL CAYMMI – 
Mara cangalha
Arranjo: 
Zeca Rodrigues

2. GETÚLIO CORTES – Negro gato
Arranjo: Edu Fernandes
Coro Masculino do CEFAR Regência: Profª.Vivian Assis Piano: Profª.Renata Ciccarini  Canto: Célio Souza, Daniel Tamietti, Danilo Svágera , João Marcelo Diniz, Lucas Buás, Lucas Chiaradia, Luiz Filipe Reis, Marcelo Silva, Mateus Alves, Rubens Fonseca, Sérgio Furts, Vítor Ramirez

3. JOHN LEAVITT – 
Missa Festiva
Kyrie – Festival Sanctus

4. LENINE – Que baque é esse?
Arranjo: 
André Protássio 
Coral do CEFAR. Regência: Profª Vivian Assis Piano: Profª  Renata Ciccarini  Sopranos: Ana Rennó, Isabela da Matta, Joyce Marques, Luisa Magalhães, Mariane Limma, Yara Ferreira, Wlly Thom Contraltos: Elisângela Rocha, Francinara Gonçalves, Joyce Hayabusa, Juliana Coelho, Leila Moraes, Vanessa Bubgriak Tenores: Danilo Svágera, Lucas Buás, Luciano Emanuel, Mateus Alves, Nilton Neto, Pedro Henrique Gomes, Renan Alkmim, Vinícius Mendes Baixos: Artur Tibúrcio, Célio Souza, Daniel Tamietti, Danilo Abrahão, Fábio Lima, Gabriel Rodrigues, João Marcelo Diniz, José Vitor Assis, Lucas Chiaradia, Luiz Filipe Reis, Paulo Auguto Fróis, Rubens Fonseca, Vítor Ramirez

5. AGUSTIN BARRIOS MANGORÉ - 
Villancico de Navidad /Julia Florida     
Violão: 
Fernando Peixoto     

6. GEORGE FRIDERIC HANDEL – 
Sonata HWV 374 para flauta e contínuo
Adágio - Allegro  
Flauta: Danilo Abrahão Fagote: Prof. Washington Vitalino* 

7. ERNEST MAHLE – Trio (1969)
Poco agitato  - Vivace
Oboé: 
Allyson Henrique  Clarinete: Luis Umbelino Flauta: Prof.  Fábio Viana* 

8. JEAN-BAPTISTE BRÉVAL – Concertino N°5 para violoncelo e piano
Allegro
Violoncelo:
 Daniel Tamietti    Piano: Prof. Marcelo Corrêa*

9. HEITOR VILLA-LOBOS – Prelúdio N° 5
Violão: 
Artur Miranda  

10. GUINGA – Baião de Lacan
LEO BROUWER – Dança Característica
Violão: 
Artur Miranda  Baixo:Paulo Cardoso Cajón: Pedro

* Convidados


Serviço
Evento:
 Recital de Alunos de Música do CEFAR
Dia: 22 de setembro
Hora: 19h
Duração: 1h
Local:  Sala Juvenal Dias
Entrada Franca
Classificação etária: Livre
Informações: (31) 3236-7400

Processo seletivo para os cursos de dança, música e teatro do CEFAR

Participe do processo seletivo para os cursos de dança, música e teatro do CEFAR 


Publicado em 16 de agosto


Fundação Clóvis Salgado informa que estarão abertas as inscrições para o processo seletivo dos cursos de dança, música e teatro do Centro de Formação Artística – CEFAR. Os interessados devem se inscrever na secretaria do CEFAR, no período de 12 de setembro a 11 de outubro, de 9h às 12h e de 14h às 18h, com o pagamento de R$ 30,00 (trinta reais) referente a taxa de inscrição. O resultado será divulgado no dia 16 de dezembro, a partir das 14h na secretaria do CEFAR e a partir das 17h no sitewww.palaciodasartes.com.br ou www.fcs.mg.gov.br.
  
>> Clique aqui e confira o edital de seleção (281kb).pdf


>> Fichas de Inscrição

* Dança
Dança Preliminar (44kb).pdf 

Dança Profissionalizante (45kb).pdf
Dança Básico I (46kb).pdf 
Dança Básico 2 a 4 (46kb).pdf
Dança Básico 4 (46kb).pdf

* Teatro
Teatro Profissionalizante (46kb).pdf

Teatro I (46kb).pdf
Teatro II (46kb).pdf

* Música                                                                         
Música nível I (47kb).pdf
Música nível III (48kb).pdf
Coral InfantoJuvenil (48kb).pdf

Iniciação em Violino (47kb).pdf 


7 de setembro de 2011

Oficinas, espetáculos e o convidado Allan Benatti, do Jogando no Quintal‏


1. Oficina para iniciantes: Introdução à Improvisação Teatral, com Hortência Maia (UMA Companhia)

17 e 18 de setembro | sábado de 10 às 14h | domingo de 14 às 18h
Investimento: R$80
Mais informações, aqui.

2. Oficina para iniciados: A construção de personagens na Improvisação Teatral, com Allan Benatti (Jogando no Quintal)
24 e 25 de setembro | sábado e domingo de 14 às 19h
Investimento: R$150 até 15/09, R$170 após essa data.
Mais informações, aqui.

3. Temporada Improcedente: Todas as quintas de setembro, no Teatro Icbeu.
O novo espetáculo de improvisação teatral da UMA Companhia segue em cartaz no Teatro Icbeu, às quintas feiras de setembro, às 20h.
Mais informações, aqui.

4. Em breve: curta temporada do espetáculo Sobre Nós. Conheça um pouco mais sobre o espetáculo aqui.

5.  Leve seus alunos ao teatro a preços promocionais!
A UMA Companhia oferece várias opções de preços e horários para você levar seus alunos ao espetáculo Improcedente.
Solicite mais informações pelo e-mail producao@improcedente.com.br

25 de agosto de 2011

Recital de professores do curso de música do CEFAR

   A Sala Juvenal Dias apresenta no dia 25 de agosto, às 19h, o recital de professores do Centro de Formação Artística – CEFAR e convidados. O Recital é uma atividade pedagógica que faz parte do programa da DEMUS desde 1986. Os músicos apresentam com o instrumento de formação que lecionam no CEFAR. A atividade é uma grande oportunidade dos alunos e público geral conhecerem os professores, do Centro de Formação Artística, responsáveis pela formação de diversos músicos que atuam em orquestras e diversos grupos profissionais de grande projeção artística.


PROGRAMA

1. PATTAPIO SILVA - Zinha
Flauta: Alexandre Braga Piano: Rize Lorentz

2. FRANCISCO MIGNONE – Estudo Nº 2
Violão: Cláudia Garcia

3. FRANZ LISZT – Rapsódia Húngara N° 2
Piano: Marcelo Corrêa

4. LINDEMBERG CARDOSO – Pequeno estudo para viola solo
Viola: Claudison Benfica

5. WOLFGANG AMADEUS MOZART – 3 duos de “A Flauta Mágica”
Flauta: Alexandre Braga Violino: Martha Pacífico*

6. CHARLES GOUNOD – Ah! Lève-toi, soleil! da ópera Roméo et Juliette
Canto: Wânder Meira Piano: Rize Lorentz

7. JOHANN SEBASTIAN BACH – Prelúdio da suíte N° II para violoncello
Violoncello: João Cândido

8. FRANCESCO PAOLO TOSTI – Non t´amo Più
ARIEL RAMIREZ – Alfonsina y el Mar
Canto: Nestor Gurry Piano: Robério Molinari

9. FRIEDRICH GULDA – Play Piano Play N° 5
Piano: Marcelo Corrêa, Bateria: Carlos Augusto Menezes

10. CLAUDE BOLING - Sentimentale
Flauta: Alexandre Braga Piano: Renata Ciccarini

11. CARLOS AUGUSTO MENEZES – Maria Bonita Light / Mauravilha / Dois Meninos
MARCONI LOVISI – Balada
Grupo Linha Verde Instrumental - Bateria: Carlos Menezes Baixo: Marconi Lovisi * Violão: Aílton Vitor* Guitarra: Camilo Oliveira*
* músico convidado

Serviço

Evento: Recital de Professores de Música CEFAR
Data: 25 de agosto
Horário: 19h
Local: Sala Juvenal Dias
Duração: 1h15
Classificação: livre
Entrada gratuita
Informações: (31) 3236-7400

26 de julho de 2011

Dos Gardenias Social Club

Após exitosa apresentação na segunda edição do Festival Internacional de Improvisação (FIMPRO - Brasil), o espetáculo Dos Gardenias Social Club volta em cartaz em curta temporada, no recém inaugurado Ideal Café Teatro, em Santa Tereza. O espetáculo integra o repertório da UMA Companhia, grupo que apresenta o Match de Improvisação e o Improcedente em Belo Horizonte.
Dos Gardenias Social Club


O teatro se transforma em uma casa de baile: ao som do bolero, os atores improvisam histórias inéditas, construídas a partir de estímulos do público. A vitalidade da improvisação teatral apropria-se do universo da dança a dois para oferecer ao público a experiência do encontro com o inesperado.

Serviço

Dias 29, 30 e 31 de julho

Sex e Sáb às 21h
Dom às 20h

Ideal Café Teatro (www.idealcafeteatro.com.br)
Rua Estrela do Sul, 126, Praça Duque de Caxias, Bairro Santa Tereza

Preços dos ingressos no teatro - inteira: R$24
meia: R$12

Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística (sob apresentação de DRT)

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

FICHA TÉCNICA

Elenco:

Bella Marcatti, Débora Vieira, Fabiano Lana, Guilherme Théo, Mariana Vasconcelos, Mateus Bianchim, Rafael Protzner e Vivian Bernardes.

Direção: Débora Vieira
Autor: Criação Coletiva
Aulas de bolero: Bruno Ferraz e Santos, Lúcio Paiva Jr. e José Ricardo Junior
Coreografia: Lúcio Paiva Jr.
Treinamento de Impro: Mariana Vasconcelos e Mateus Bianchim
Preparação corporal: Débora Vieira
Trilha Sonora: Christian Bravo
Iluminação: Milena Pitombo e Sidnei Honório
Cenografia: Vivian Bernardes
Figurino: Fernanda Bravin
Arte gráfica: Fernando Noronha
Fotografia: DuSantos
Assessoria de Imprensa: Flávio Pinto Valle
Realização: Uma companhia e Caixa Clara (Edital Ilhas Livres 2010)
Produção: Débora Vieira e Fabiano Lana

A Diretora

Mestra em Literatura pela UFMG, com uma pesquisa sobre a dramaturgia da improvisação teatral, Débora Vieira é atriz fundadora da UMA Companhia. Junto ao grupo, participa como atriz do espetáculo Match de Improvisação (dir. Mariana Muniz) e como diretora e atriz dos espetáculos Dos Gardenias Social Club e Improcedente. Integra o elenco do espetáculo Cortiços (dir. Tuca Pinheiro), da Cia Luna Lunera. Em 2009, morou na cidade de Santiago do Chile, onde se especializou em Dança-Teatro (Instituto de Enseñanza Teatral La Olla) e Pedagogia Teatral (Universidad de Chile). Ainda em 2009, participou do festival Mujeres Creadoras, realizado pelo grupo Yuyachkani, no Peru. Ministra cursos e oficinas de improvisação teatral desde 2008. Integrou oficinas com Shawn Kinley e Frank Totino (Canadá), Impromadrid (Espanha), Complot Escena (México), Natália Tencer (Argentina), Cristina Castrillo (Suíça), Graziela Rodrigues (SP), Lia Rodrigues (RJ), Tica Lemos (SP), Morena Nascimento (BH) e Movasse (BH), entre outros.

A UMA Companhia

Com 5 anos de trajetória, a UMA Companhia desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa e difusão da improvisação teatral, sendo uma das principais referências brasileiras nessa linguagem. O espetáculo de estreia, Match de improvisação, é sucesso de público em Belo Horizonte, desde 2006, com a inusitada mistura entre teatro e esporte que transforma os atores em jogadores, e a plateia em torcida. Já realizou diversas temporadas com êxito de público na cidade. O segundo trabalho, Sobre nós, é criado a partir de histórias que os integrantes da plateia compartilham com os atores, a cada noite. O mais novo espetáculo é o Improcedente, uma competição entre diretores pelo prêmio de melhor diretor da noite.

A companhia já realizou grandes eventos internacionais de improvisação em Belo Horizonte, com espetáculos, oficinas e debates. Em 2007, organizou o Encontro de Impro, trazendo o grupo espanhol Impromadrid ao Brasil. Em 2011, promoveu o Encontro Brasil – México de Impro. Em 2008 e 2011, correalizou, junto a Mariana Muniz, o Festival Internacional de Improvisação Teatral (FIMPRO), com participação de grupos e artistas de diversos países, como Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos e México, além de grupos nacionais. Em 2010, representou o Brasil na terceira edição do Mundial Impro, o Festival Internacional de Improvisación Teatral, no Chile. Também em 2010, conquistou o segundo lugar no Campeonato Brasileiro de Improvisação, realizado pela Cia de Teatro Contemporâneo, no Rio de Janeiro. Mantém, desde 2010, a UMA Escola, oferecendo cursos regulares e oficinas de improvisação ao público de Belo Horizonte.

Projeto Ilhas Livres

Em 2010, a UMA Companhia foi acolhida pelo projeto Ilhas Livres, desenvolvido pela Companhia Clara, e que lhe garantiu as condições necessárias à concepção do espetáculo Dos Gardenias Social Club.

23 de julho de 2011

Oportunidade - Curso gratuito de Regência Coral

Curso gratuito de Regência Coral                        


O maestro Márcio Miranda Pontes, em parceria com o Instituto Unimed-BH, oferece vagas para o curso gratuito de Regência voltado para regentes, cantores e instrumentistas de corais da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

As aulas serão ministradas pelo maestro, regente do Coral Unimed-BH, do Coral Lírico de Minas Gerais, da Orquestra Jovem de Ouro Preto e professor de Regência, Contraponto e Harmonia na Escola de Música do Palácio das Artes.

O curso vem ao encontro da necessidade de formação, qualificação e especialização de lideres musicais, capacitando-os para atuar com qualidade na prática de seus grupos. Além da Técnica de Regência, será abordada a didática musical aplicada no aperfeiçoamento dos cantores, nos aspectos da técnica vocal e leitura musical.

O projeto objetiva fortalecer o movimento coral por meio do intercâmbio cultural entre grupos da região. Serão realizados ensaios, reuniões e seminários com regentes, coralistas e gestores de corais, além de concertos com o formato de festival de corais, em Belo Horizonte, Caeté, Contagem, Lagoa Santa, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano.

Herança da rica cultura setecentista mineira, os corais fazem parte da tradição e história do estado. Não há uma cidade mineira, por menor que seja, que não tenha um coral formado e atuante. Embora o movimento continue vivo, já foi mais intenso no passado e carece de iniciativas que apoiem, estimulem e proponham ações para fortalecer o intercâmbio cultural e promover a troca de experiências, valorizando a diversidade cultural e artística e incentivando novos talentos.

As inscrições para o Curso de Regência estão abertas até 30/07/2011. Para inscrever-se envie um e-mail para oficina@uai.com.br com os seguintes dados: nome e endereço completos, telefones de contato e um breve relato de sua experiência musical. Escreva no assunto do e-mail “Inscrição Oficina de Regência”.

A inscrição só será efetivada após a confirmação, que você receberá por e-mail até o dia 02/08/2011. Caso não receba esta confirmação, entre em contato por e-mail.